
Na pauta da reunião, a venda de terrenos, a substituição de chefias e o corte de periculosidade
Dirigentes do Sinergia se reuniram na semana passada com o Diretor Administrativo, Moisés Diersmann, e seus assessores. Um dos principais pontos tratados foi sobre a possibilidade de venda do terreno da sede da Celesc no Itacorubi. Diersmann garantiu que estão sendo feitos apenas estudos, em função de suposto “alto custo de manutenção do prédio da Administração Central” e que nada foi decidido. Porém, trabalhadores observam movimentos acelerados de intenção de mudança para outra sede, apesar de diversas reformas caríssimas e a construção do prédio do centro de treinamento no terreno da Administração Central.
Sobre o Almoxarifado Central, o Sinergia expôs a preocupação de celesquianos e suas famílias com a possibilidade de mudança para um posto de trabalho cerca de 50km adiante do local atual. O diretor confirmou a locação de terreno para o novo Almoxarifado em Biguaçu e se comprometeu a analisar possibilidades que pudessem amenizar os prejuízos que os trabalhadores terão, e que a inauguração deverá ocorrer ainda esse ano. O Sinergia, contudo, recebeu denúncia de possíveis erros no processo licitatório e analisa o caso com atenção junto ao seu corpo jurídico.
O sindicato também demonstrou preocupação com o corte da periculosidade aplicado a trabalhadores no mês em que eles saem em férias. De acordo com a representação da DAD, o entendimento é que “na periculosidade convocável não é obrigatório convocar o trabalhador todos os meses”, entendimento que o Sinergia contesta pela habitualidade.
Por fim, o sindicato reclamou da não possibilidade de substituição de chefias em férias na empresa e relatou diversas adversidades em função disso. Moisés relatou que estão estudando possibilidades de excepcionalidades nesses casos e que a situação é provisória.

