
O naufrágio do Titanic foi uma tragédia marcada pela falha nos rebites (materiais de baixa qualidade), velocidade excessiva e falta de botes, resultando em mais de 1.500 mortes entre a noite de 14 de abril e a madrugada de 15 de abril de 1912.
O Navio e o Naufrágio: O Titanic era o maior navio do mundo, com cerca de 2.200 pessoas a bordo. Estudos indicam que rebites com impurezas na estrutura falharam ao colidir com o iceberg, acelerando o naufrágio.
O Almoxarifado Central e a Licitação: O Complexo do Almoxarifado Central, em Palhoça, é o maior centro de distribuição de materiais da Celesc, com cerca de 150 pessoas em sua tripulação (somos o Titã dos suprimentos da Celesc). A realidade mostra que pode ter havido ilegalidade e tratamento desigual entre os licitantes (lembrar que no filme Titanic fica bem clara, também, a divisão entre primeira e terceira classes) além de fragilidade na construção do próprio edital.
No exemplo do fatídico naufrágio fica evidente que a falha estrutural, excesso de velocidade, a falta de botes e o excesso de confiança (antes da partida inaugural/ final) culminou com a morte de mais de 1500 pessoas.
Trazendo esta visão para o futuro do Almoxarifado, a pressa para construir o edital, e a falta de “botes” para salvar os empregados próprios e contratados veio à tona. Saúde e Segurança são alguns de nossos valores e, não à toa, aparecem em primeiro lugar em nossa comunicação. Mas no momento que mais se precisou, onde estava este precioso bote para salvar os empregados das mazelas de um suposto novo local?
Icebergs, Aterro sanitário e a Fábrica de Ração: No caso do Titanic, os icebergs do Atlântico Norte foram derradeiros em sua jornada partindo da Inglaterra com destino à Nova Iorque. Pela licitação estaríamos/estaremos em local nada caloroso: entre um aterro sanitário e uma fábrica de ração. Partindo de Palhoça com destino a Biguaçu.
Divisão de Classes: Não muito diferente da realidade do naufrágio e da ficção do filme, também se percebe a clara divisão entre as classes. Alguns trabalhadores terão que brigar por botes e outros terão que cair no mar da incerteza em busca de novas oportunidades.
Nossa esperança é que todos os nossos tripulantes sobrevivam a este episódio e que o nosso Almoxarifado continue na cidade de Palhoça que, desde 1969, atende todo o estado de Santa Catarina. Assim como o Atlântico é o oceano mais navegável, também estamos próximos das estradas mais rodadas do estado: BR101 e BR282. Palhoça é muito mais do que o nosso navio, é o nosso porto. E que seja seguro. Não afundamos e muito menos precisamos ser afundados.

