O telefone do pessoal do DPSU na Celesc virou peça de museu? Nada disso — ele não para de tocar! E o motivo é digno de aplausos: fornecedores atrás de respostas, já que, ao que tudo indica, a Celesc resolveu inovar e testar o “pague quando der”.
Enquanto isso, sobra para quem atende explicar, com toda elegância possível, que o pagamento vai ter que esperar — só não se sabe até quando. O constrangimento é grande, mas maior pode ser o prejuízo: perder fornecedores sérios ou, melhor ainda (só que não), ficar sem os materiais básicos para atender a população.
Mas fiquem tranquilos… deve estar tudo sob controle. Só ficou a dúvida: cadê mesmo o orçamento?

