Sinergia envia Pauta de Reivindicações à direção da Cerej
O Sinergia enviou à direção da Cerej a Pauta de Reivindicações do Acordo Coletivo de Trabalho construída nas assembleias com os trabalhadores. O sindicato solicitou o início das negociações para a data mais breve possível.
Além disso, o sindicato pediu agilidade à empresa em relação a substituição de equipamentos de segurança danificados com o uso. Em uma das assembleias da semana passada, trabalhadores indicaram que as calças anti-chamas adquiridas pela empresa estão rasgando com facilidade. Além disso, que há necessidade de substituição mais celere de calçados danificados durante as atividades laborais.
Sinergia faz planejamento da nova gestão
O Sinergia realizou nos dias 10 e 11 de abril o planejamento da nova diretoria eleita em fevereiro pela categoria e que tomou posse nessa quarta-feira, dia 15. Além de traçar as estratégias para atingir as propostas de campanha, também foram definidas as funções na diretoria do sindicato. O novo Coordenador Geral será Lucas Henrique da Silva, trabalhador da Celesc, e a suplência da Coordenação será de Sheyla Kotani, trabalhadora da Axia Sul Energia. Todas as funções da nova diretoria você confere no site do Sinergia: www.sinergia.org.br .
Custo da cesta básica aumenta nas 27 capitais, afirma DIEESE O DIEESE divulgou na semana passada a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. Todas as capitais registraram alta nos preços da cesta, com taxas que oscilaram entre 0,77%, em São Luís, e 10,93%, em Aracaju. São Paulo foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 883,94), seguida por Rio de Janeiro (R$ 867,97), Cuiabá (R$ 838,40) e Florianópolis (R$ 824,35). O preço da cesta básica de Florianópolis apresentou alta de 3,36% em relação a fevereiro. Na comparação com março de 2025, o valor diminuiu -0,91%.
Pesquisa revela que brasileiro prefere emprego com carteira assinada
Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada na semana passada mostra que o emprego com carteira assinada (CLT) continua sendo a principal preferência dos brasileiros, escolhido por 36,3% dos trabalhadores.
O modelo é valorizado principalmente pelo acesso a direitos trabalhistas e à Previdência, enquanto opções como trabalho autônomo, informal ou por plataformas digitais aparecem bem atrás. Entre os jovens, a preferência pelo emprego formal é ainda maior, refletindo a busca por estabilidade no início da carreira. Já o trabalho por aplicativos é visto, na maioria dos casos, como complemento de renda, e não como atividade principal.

