Privatização ou entrega?

TRIBUNA LIVRE | Por Dinovaldo Gilioli, ex-Conselheiro de Administração da Eletrosul/Eletrobras

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A privatização da Eletrobras, disfarçada de capitalização da empresa, é um dos maiores absurdos da história recente do Brasil. O setor elétrico, além de estratégico, é um dos principais indutores de desenvolvimento econômico e social. Por isso que a maioria das nações no mundo o mantém sob o controle do Estado, e também por ser uma importante ferramenta para reduzir a desigualdade social, fato ainda gritante no Brasil.

A privatização da Eletrobras foi uma ação entreguista do governo Jair Bolsonaro, que tem trazido prejuízos enormes ao Brasil, enquanto nação que se pretende soberana. Ou seja, sob nenhum aspecto ela melhorou a vida da população, como se prometeu na época. A luta pela reestatização da Eletrobras deve continuar e ser reforçada por amplos setores da sociedade organizada, que vislumbram o desenvolvimento do país em benefício do seu povo, e não de meia dúzia que se apropriam do bem público tão somente para o aumento de seu capital.

Passou da hora de autoridades e órgãos competentes revisarem esse danoso processo, passou da hora de reverter essa insanidade política que só atende interesses de uma minoria, em detrimento das reais necessidades do Brasil e de sua sofrida gente.

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