CUTUCADAS

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Contratação criativa em ano eleitoral?

Corre na Administração Central que a Celesc estaria fazendo contratações diretas de “bolsistas” que estariam executando exatamente as mesmas atividades de pessoas concursadas. É no mínimo suspeito este tipo de contratação em ano de eleições, não? Com a palavra, o governo do Estado.

Placa filosofal na Celesc de Palhoça

Tem placa que já nasce filosofia: na frente do Almoxarifado Central da Celesc, em Palhoça, surgiu um “VENDE-SE” com um detalhe que está rendendo mais dúvida do que resposta — o imóvel estaria em endereço “ESTRATÉGICO”. Aí o trabalhador para, olha, coça a cabeça e entra naquele modo clássico de raciocínio básico: como assim estratégico e inservível ao mesmo tempo? Porque, convenhamos, ou a palavra “estratégico” virou enfeite de placa, tipo letra dourada em fachada de banco, ou alguém descobriu uma nova categoria de imóvel corporativo: o que é tão estratégico que não serve pra nada… exceto ser vendido. No chão de fábrica da lógica, não fecha: se é estratégico, deveria ser valorizado. Se é inservível, deveria estar longe de qualquer estratégia. Mas no universo corporativo criativo, parece que os dois conceitos agora dividem o mesmo endereço — e a mesma placa. Enquanto isso, os trabalhadores seguem tentando decifrar essa inovação semântica: talvez “estratégico” seja só uma forma elegante de dizer “vai embora logo antes que alguém pergunte mais alguma coisa”.

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